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Caso Beatriz: grupo protesta por avanço nas investigações; ‘nossa vida parou’, diz mãe

Foto: Reprodução / Disque Denúncia
Amigos e parentes da garota Beatriz Angélica Mota, de 7 anos, esfaqueada e morta em  dezembro do ano passado durante uma festa de formatura em uma escola em Petrolina (PE), fizeram um novo protesto pela resolução do crime na noite deste domingo (10). Segundo o G1, de mãos dadas, o grupo fez orações em frente à escola onde houve o homicídio. Os pais da garota afirmaram que ainda não conseguiram retomar a rotina depois do crime. "Nós não conseguimos retornar a nossa rotina, nossa vida parou no dia 10 de dezembro. Na hora de dormir, na hora de acordar, é o pior momento porque ela dormia com a gente ainda, é muito difícil, não consigo me conformar com essa situação", desabafa Lúcia Mota, mãe de Beatriz. Lúcia também falou sobre o apoio que a família tem recebido nas redes sociais. "Apesar de todo esse sofrimento que nós estamos passando, saber que existem pessoas que apoiam, que nos acolhem nesse momento, é muito fortalecedor", afirmou. Após quatro meses, o crime ainda é rodeado de mistérios. Investigações da Polícia Civil apontaram que Beatriz não foi morta no local onde o corpo foi encontrado (leia mais aqui). A polícia também confirmou que cinco ex-funcionários da escola são suspeitos de envolvimento no crime. De acordo com informações do advogado da instituição, eles foram demitidos (veja aqui). 

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