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Uefs demite 99 funcionários terceirizados; novos desligamentos acontecem na sexta-feira

Por Bruno Luiz

Foto: Reprodução / Adusb
A Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) rescindiu nesta terça-feira (29) contratos empresas e provocou a demissão de 99 funcionários terceirizados que prestavam serviço de suporte administrativo, como recepcionistas, porteiros e telefonistas. De acordo com a coordenadora do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Terceiro Grau da instituição (Sintest), Roquidea Souza e Silva, o rompimento do contrato se deu pela redução no orçamento previsto para este ano da universidade. Ainda segundo a coordenadora, os salários de fevereiro dos terceirizados estão atrasados pela falta de repasses dos pagamentos por parte da Uefs para a empresa Creta, responsável pela prestação dos serviços. Em nota, a universidade confirmou a informação e justificou que a rescisão do contrato se deu pela redução orçamentária. A instituição de ensino também informou que “vai tentar suprir a demanda com pessoal do quadro permanentes da instituição”. “A rescisão é decorrente com a redução do orçamento da Uefs, a qual está relocando recursos para manter o funcionamento, principalmente o acadêmico, como aulas, laboratórios, pesquisa, etc”, explicou. Ainda conforme a coordenadora do Sintest, as demissões de terceirizados devem continuar nos próximos dias. No dia 1º de abril, a instituição vai suspender os serviços de copa e cozinha, o que culminará no desligamento de funcionários que prestam o serviço. O anúncio foi feito através de circular interna enviada à Unidade de Infraestrutura da Uefs. A instituição também atribuiu as novas demissões a “restrições orçamentárias”. “A Administração Superior envidou todos os esforços para a continuidade dos serviços em questão, no entanto, conforme já divulgado as restrições orçamentárias e financeiras não nos permitiu a manutenção do serviço de copa e cozinha atualmente disponibilizado. Lamentamos a descontinuidade dos serviços, principalmente no que se refere às colaboradoras que ficarão, inicialmente, desempregadas”, afirmou a administração no documento. 

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