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Feira: Câmara se reúne para decidir sobre confusão; Torres diz que levou soco

Por Francis Juliano

Foto: Reprodução / Acorda Cidade

O presidente da Câmara de Vereadores de Feira de Santana, Fernando Torres (PSD), vai reunir colegas ainda na manhã desta sexta-feira (1°) para decidir qual encaminhamento a Casa deve tomar diante dos fatos desta quinta-feira (31).

 

Ao Bahia Notícias, Torres declarou que registrou queixa em uma delegacia após sofrer um soco, segundo ele, desferido pelo secretário municipal Fanael Ribeiro. A cena ocorreu quando vereadores e docentes tentavam entrar pela única porta da prefeitura que estava aberta.

 

"Ele veio na minha direção. Pensei que ele queria conversar comigo ou com outra pessoa que estava ali. Ele encostou e me acertou na traição", relatou. O presidente da Câmara também disse que foi atingido por spray de pimenta. "Pensei que estava infartando. Tive que sair do espaço onde estava porque não conseguia respirar. Mas duas professores chegaram a desmaiar", acrescentou.

 

Na noite desta quinta, houve mais confusão e agentes da Guarda Municipal tentaram dispersar os docentes com spray de pimenta. A energia do local também foi suspensa (ver aqui). 

 

A sede da prefeitura de Feira de Santana amanheceu fechada nesta sexta. A gestão acusou os professores de depredação do patrimônio e disse que o local foi fechado para o trabalho da perícia.

 

Em vídeo feito ainda na noite desta quinta, o prefeito Colbert Martins Filho disse que não compactua com violência e disse que mantém aberto o diálogo com a categoria. Martins Filho declarou ainda que nenhum professor do município irá receber menos do que o previsto no piso nacional, no caso R$ 3,8 mil.

 

Um grupo de professores permaneceu no interior da prefeitura desde a noite desta quinta. Na manhã desta sexta, colegas fazem manifestação em frente a sede do Executivo Municipal.

 

 

Conforme a APLB sindicato em Feira de Santana, a categoria cobra  repasse de 60% dos precatórios do Fundef, reajuste salarial de 33,23%, conforme atualização do piso nacional da categoria; alteração de carga horária e pagamento integral dos salários, entre outras reclamações (clique aqui). (Atualizado às 10h48)

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