Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Municípios

Notícia

Teixeira: Grupo acusa ameaça de Vigilância em recolher remédios; Sesab rebate

Por Francis Juliano

Foto: Divulgação / Sesab

Uma ação em Teixeira de Freitas, no extremo sul do estado, impediu a distribuição de amostras de cloroquina, hidroxicloroquina e ivermectina nesta segunda-feira (13). Os medicamentos ainda não têm eficácia comprovada por autoridades científicas. A ação seria feita por um grupo de pessoas, entre médicos, empresários e evangélicos, que acusou a Vigilância do Estado de autuar todas as farmácias de manipulação e recolher todos os remédios que o grupo tinha comprado nas mesmas lojas. Uma médica, identificada como Caroline Martins, disse que a vigilância chegou a ameaçar fechar todas as lojas de manipulação caso os remédios não fossem entregues.

 

Em nota, a Secretaria da Saúde do Estado declarou que a ação foi feita após denúncias de que uma igreja estava distribuindo medicamentos controlados para a população. Quando chegaram ao local, os agentes teriam verificado que não havia farmacêutico, nem alvará sanitário. A Sesab ainda informou que não apreendeu todo o material e que apenas alguns dos medicamentos foram levados para a análise. 

 

Na nota, a Sesab ainda se referiu ao risco de problemas causados pelas fake news [notícias falsas] durante a pandemia. "Um dos grandes perigos é que diversos grupos estão espalhando muitas fake news sobre a temática, com objetivo de confundir a população ou criar atritos políticos, se aproveitando da boa fé, do desespero e medo das pessoas, até mesmo para lucrar financeiramente. Três dessas substâncias são mais recorrentes nas conversas sobre o assunto: cloroquina, hidroxicloroquina e ivermectina", declarou.

Compartilhar