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‘O criminoso não é para ser reeducado’, diz coordenador de observatório da segurança

Foto: Jamile Amine / Bahia Notícias
Não é de agora que as cidades do interior baiano se queixam de insegurança. Crimes, assassinatos, explosões de banco, entre outras ocorrências, seguem em manchetes na imprensa regional e nacional, como no ataque a um banco no Conde, agreste baiano, em que bandidos fizeram pessoas como reféns. Para falar sobre o assunto, o Bahia Notícias conversou com o coordenador do Observatório da Segurança na Bahia, Carlos Alberto da Costa Gomes. De acordo com o professor, “há descaso e falta gestão adequada” na distribuição do aparato policial. Na conversa, Costa Gomes, que atribui a maioria dos problemas ao Estado e não à corporação, falou sobre o caso do policial que matou um cachorro em Teixeira de Freitas e disse, "para chocar", ser favorável à redução da maioridade penal.  “Eu sou favorável à redução da maioridade penal e muito. Não é só para os 16 anos. Isso é até para chocar para que as pessoas pensem a respeito. O criminoso, quando é preso, não é para ser reeducado. Essa é a verdade”, declarou. Clique aqui e leia a entrevista completa na Coluna Municípios.

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