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Gavião: Mulher denuncia estupro de criança por concunhado

Foto: Reprodução

A mãe de uma menina de oito anos prestou queixa na delegacia de Gavião, no norte do estado, denunciando o suposto estupro da sua filha. Segundo a denunciante, Eriele Souza, o autor do crime seria o irmão da sua cunhada, que está foragido. Ela mora em São Paulo e estava de férias na Bahia.

 

De acordo com ela, o estupro aconteceu no dia 6 de julho, quando a criança saiu com o tio e a esposa dele para passear num sítio. “Eu estava em Itatiaia, na casa de minha mãe. Minha filha foi passear no sítio da mãe de minha cunhada, junto com meu irmão. O sítio fica em Gavião. Eles passaram o dia. Saíram da casa de minha mãe por volta de 9h e só retornam por volta de 18h30”, disse ao G1. O boletim de ocorrência só foi registrado em 8 de julho.

 

O abuso aconteceu durante a tarde, quando a menina resolveu ir descansar com a prima. “Ainda no sítio, em um determinado momento, minha filha foi deitar no quarto, junto com a prima. Nesse momento, ele esperou as meninas dormirem. Então, ele tirou a roupa de minha filha, quando começou o abuso. A sorte foi que a prima acordou no momento e começou a gritar. Ela chegou a chamar meu irmão, mas quando chegou, o abusador já tinha saído do local. Ele fugiu”, completou.

 

Ela disse que o irmão e a cunhada só confessaram o ocorrido no dia seguinte, 7 de julho. “Eles não me contaram nada e também pediram para minha filha não contar nada. Eles alegaram que era dia de festa, porque eu estava de férias, e eles não queriam estragar a minha felicidade. Então só me contaram no dia seguinte. Isso foi errado, porque o homem fugiu, e eu só consegui registrar na delegacia dois dias depois. Foi comprovado que minha filha foi abusada. Ela fez exame corpo delito”, argumentou.

 

“Eu espero justiça. Espero que ele seja preso. Acredito que não foi só foi com minha filha que ele fez isso. Ele tem que parar de fazer isso. Eu estou preocupada, porque ele morou em São Paulo, no meu bairro. Ele convivia com minha filha. E ele voltou a morar na Bahia há 3 meses”, disse Eriele.

 

A Polícia Civil afirmou que um inquérito foi instaurado e que as investigações estão em curso.

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