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Moradores denunciam problemas em condomínio de Lauro: 'Não temos luz nem água'

Por Ana Cely Lopes

Foto: Leitor BN / E-mail

Moradores do condomínio Reservas do Picuaia, na região de Lauro de Freitas denunciaram que desde que o empreendimento foi entregue só causou 'dor de cabeça'. Eles colaram diversas faixas no empreendimento neste domingo (20), para divulgar a situação que estavam passando.  "O condomínio está cheio de problemas: Apartamento com rachadura, piscina com vazamento, muro com rachadura. Não temos nem luz, nem água, estamos usando as das áreas comuns. Acontece queda de energia direto, tem gente que já perdeu geladeira, televisão e outros aparelhos", relatou o morador Igor Santos. De acordo com ele, o financiamento do apartamento começou em 2013 e a entrega seria em dezembro de 2015. "Eles só entregaram agora em maio de 2017 porque nós ameaçamos invadir", disse. A construtora Solare, responsável pela execução do projeto não foi encontrada para comentar a denúncia. O Bahia Notícias entrou em contato com a Ello Imóveis, que realiza as vendas de unidades do condomínio e eles indicaram falar com a Empresa Brisas do Picuaia. "Com 95% da obra pronta, a construtora Solares, que é do Espírito Santo teve problemas financeiros e não continuou a obra. A Brisas resolveu dar continuidade e entregar a obra", falou Rogério Oliveira, responsável pelo contato com a imprensa. "No dia da entrega, nós demos um e-mail para os moradores pontuarem os problemas que forem aparecendo. Pediram para repintar a quadra e resolvermos os transtornos da água e da luz", continuou.  Segundo Rogério, atualmente no condomínio as ligações de água são temporárias e que se tornarão definitivas após a finalização de um trâmite da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa). "Estivemos na unidade do Rio Vermelho da Embasa e o prazo máximo é de 15 a 20 dias", explicou.  Em relação a pintura da quadra, ele afirmou que a empresa Brisas estava esperando a época de chuva cessar para começar o serviço. Já os transtornos com a queda de luz ocorreram devido a um erro de compra de geradores, que acabaram não sendo aprovados pela Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia (Coelba). "A construtora comprou geradores homologados pela Companhia de Eletricidade do Espírito Santo e não aqui na Bahia. Os enviamos para São Paulo, para empresa em que compramos e eles vão devolver os aprovados pela Coelba", falou Rogério. O prazo de resolução apontado por ele é de 15 a 20 dias. Outros problemas, de acordo com o responsável pelo contato, poderão ser resolvidos por meio do endereço de e-mail cedido aos moradores do condomínio.

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