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Defensoria promove mutirão para equação de Nome e Gênero e Saúde de pessoas trans e não binárias

Por Redação

Foto: Divulgação

A Defensoria Pública da Bahia (DP-BA) realizará entre os dias 6 e 10 de fevereiro o 7º Mutirão de Adequação de Nome e Gênero e Saúde. Quem não se reconhece com o gênero e/ou nome de registro poderá dar início ao procedimento de ajuste de documentos na Casa de Direitos Humanos, das 8h às 14h.


Podem requisitar o serviço, pessoas trans/não binárias maiores de 18 anos, que residam em Salvador. A mudança de nome, para as pessoas assistidas pela Defensoria, não implica custos, a não ser para a emissão das certidões de protesto e a comunicação aos órgãos públicos como Receita, Tribunal Regional Eleitoral (TRE), entre outros. Desde agosto de 2019, numa articulação da Defensoria com a Corregedoria de Justiça e a Associação dos Registradores Civis das Pessoas Naturais do Estado da Bahia (Arpen-BA), uma medida do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) garantiu a isenção/gratuidade com os custos para averbação e adequação nos cartórios de registros civis de pessoas naturais no caso de alteração de nome nestes casos.


O coletivo Mães pela Diversidade irá custear certidões de protesto que precisarem ser emitidas em cartórios para as pessoas que forem atendidas no mutirão e não tiverem condições de arcar com custos. A adequação pode ser realizada em qualquer momento do ano, mas é importante aproveitar a agilidade proporcionada pelo evento.


O Ministério Público da Bahia (MP-BA) e a (Arpen-BA), o coletivo Mães pela Diversidade, a Secretaria de Reparação de Salvador, Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude e o Centro Municipal de Referência LGBT+ Vida Bruno são parceiros nesta ação. “Dessa vez, o mutirão veio com uma importante novidade, que é a atuação para garantir o acesso à saúde dessa população, como por exemplo cirurgias relacionadas ao processo transexualizador. São atuações que já temos feito durante o ano, mas é importante visibilizar ainda mais!”, afirma a defensora e coordenadora de Direitos Humanos da Defensoria, Lívia Almeida.

 
Documentação necessária:

  • RG;
  • CPF;
  • Comprovante de residência;
  • Título de eleitor;
  • Certidão de Nascimento;
  • Certidão de Casamento, se for o caso;
  • Carteira de dispensa Militar, (se for o caso);
  • Passaporte (se for o caso);

Outros documentos podem ser solicitados a partir do atendimento.

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