TRE-BA fica em segundo lugar em ranking de transparência do CNJ
O Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) ficou em segundo lugar no ranking de transparência do Poder Judiciário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Há quatro anos, a classificação avalia todos os tribunais do país.
O TRE-BA obteve 99,48% de aproveitamento no ranking e divide a posição com mais cinco tribunais. Segundo o órgão, foi implementado um monitoramento quadrimestral das informações publicadas no portal da internet, com foco na Lei 12.527/2011 e nos itens exigidos pelo Ranking da Transparência.
O secretário de Planejamento, de Estratégia e de Eleições do TRE-BA, Victor Xavier, afirma que neste ano o órgão conseguiu ter um desempenho ainda melhor que o do ano passado. “O ranking de transparência do CNJ reflete a maneira como o TRE da Bahia se posiciona diante da sociedade, divulgando todos os dados e informando todas as suas atividades”.
“Em 2020, atingimos o percentual de 98,45% de atendimento aos itens e ficamos em 1º Lugar. Neste ano, atingimos um percentual ainda maior, atendendo a 99,48% dos quesitos, o que demonstra nosso compromisso com a transparência e como os tribunais do país têm se empenhado em cumprir os requisitos do CNJ”, conta a servidora Kércia Sodré, chefe da Seção de Apoio à Governança e de Gerenciamento de Projetos (SEGOVE) do TRE-BA.
Os dados são lançados por várias unidades do TRE-BA. Cabe ao SEGOVE monitorar as informações exigidas pelo CNJ e atualizá-las com frequência. Para atingir o 100% de atendimento, o TRE da Bahia já vem empenhando esforços para melhorar apenas um quesito exigido pelo CNJ.
A avaliação do ranking é composta por 83 perguntas como, por exemplo, publicação dos objetivos estratégicos, metas e indicadores; levantamentos estatísticos sobre a atuação do órgão; calendário das sessões colegiadas e a ata das sessões dos órgãos colegiados
Também é levada em conta a publicação do campo denominado ‘Serviço de Informações ao Cidadão’ na página inicial; informações sobre licitações e contratos, entre outros. O resultado foi avaliado e chancelado pela Comissão Permanente de Eficiência Operacional, Infraestrutura e Gestão de Pessoas do CNJ.
