Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Justiça
Você está em:
/
/
Justiça

Notícia

Reconflex doará 310 colchões para instituições sociais para encerrar processo judicial

Foto: Divulgação

A Reconflex Indústria e Comércio fornecerá 310 colchões de solteira para nove entidades filantrópicas para encerrar uma ação judicial trabalhista movida pelo Ministério Público do Trabalho na Bahia (MPT-BA). A empresa firmou um acordo com o órgão para substituir o pagamento de indenização à sociedade por dano moral coletivo.  

 

A empresa havia sido condenada por prática de lide simulada. A prática, considerada ilegal, é a orientação dada pela empresa para o empregado demitido entrar com uma ação na Justiça do Trabalho para só então receber os valores da rescisão do contrato de trabalho. 

 

As entidades beneficiadas são o Lar Pérolas de Cristo, em Paripe, que receberá 76 colchões novinhos; a Uai, do Jardim Baiano, com 10; a Uai de Pituaçu, com 20; a da Boca do Rio, com mais 20; a Acopamec receberá 50 colchões para suas unidades de Itapuã e da Mata Escura; a OAF Lapinha receberá 21; o Campo da Paz, de Nova Esperança, três. Esse lote deve ser entregue até o próximo dia 30 de janeiro em cada um desses locais. Um segundo lote tem prazo final para o mês de outubro, e prevê mais três colchões para o Campo da Paz e 107 para o Lar Vida, na Estrada Velha do Aeroporto. 

 

A escolha das entidades beneficiadas e a articulação para identificar a necessidade dos colchões e de outros itens está sendo feita entre o Ministério Público do Trabalho, o Ministério Público da Bahia (MP-BA) e a Defensoria Pública do Estado. A procuradora Adriana Campelo destaca “a articulação social feita com o MP-BA tem permitidos que as destinações diretas de recursos de ações judiciais movidas pelo MPT atendam a necessidades reais de entidades sem fins lucrativos que desempenham um papel fundamental na garantia de direitos básicos do cidadão”. 

 

O acordo fechado agora prevê que a empresa não utilize a prática ilegal de recorrer à Justiça para homologar rescisões de contratos de trabalho, forjando uma disputa. A ação civil foi julgada, com a condenação da empresa a pagar indenização de R$80 mil e ao cumprimento das obrigações pedidas pelo MPT. O processo seguiu para o Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA), onde estava sob a relatoria da desembargadora Léa Nunes, que homologou o acordo firmado. 

Compartilhar