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Bahia terá conselho com representantes de poderes para 'antecipar soluções para crises'

Por Cláudia Cardozo / Gabriel Rios

Foto: Fernando Vivas Gov/ba

A Bahia terá um conselho dos três poderes do estado. O anúncio foi feito pelo governador Rui Costa (PT), nesta sexta-feira (6), durante a cerimônia de posse de Norma Cavalcanti na chefia do Ministério Público da Bahia (MP-BA). De acordo com o petista, o objetivo da criação desse conselho é "antecipar soluções para crises no estado e no país". 

 

"Vou formalizar uma espécie de Conselho dos Poderes do estado da Bahia. Liguei para Nelson Leal [presidente da AL-BA], para o presidente do Tribunal de Justiça [Lourival Almeida Trindade] e para Norma [Cavalcanti] e disse que estou convencido que precisamos formar um conselho onde os representantes dos poderes possam sentar, conversar e encontrar soluções nesse gigantesco desafio que a Federação Brasileira se encontra. Temos que juntar esforços das federações que representam o estado da Bahia para buscar e antecipar soluções de crise e problemas concretos que nosso estado e país vivem", explicou o governador.

 

Rui ainda informou que o conselho terá participação do Secretário da Fazenda da Bahia, Manoel Vitório, e que a primeira reunião irá acontecer já na próxima quinta-feira (12). 

 

"Vejo nessa plateia de muitas pessoas, sempre se destaca, não só pelo seu tamanho, mas pela sua importância pela nossa sobrevivência o secretário da Fazenda Manoel Vitório. Um estado que é grande territorialmente, um estado que é grande a sua população, mas em um estado que tem uma marca cruel, que é a da extrema pobreza. Constituímos a elite do nosso estado, aqui nesse salão está a elite dirigente do estado da Bahia, tem outra elite lá fora que é a empresarial, que conduz os negócios, mas aqui está a elite dirigente do estado", apontou. 

 

"A primeira reunião, que será quinta, peço que os poderes conheça um pouco da totalidade e dos desafios do nosso estado, para que a gente busque soluções de forma conjunta. Vamos para o quinto ano seguido de profunda crise econômica, que tem efeito devastador no financiamento do estado brasileiro. A Bahia, pelo seu tamanho geográfico e de população, tem uma arrecadação extremamente baixa", concluiu o chefe do Executivo baiano.

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