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Candidata a presidente do TJ, Cynthia Resende diz que quer levar Corte para século 21

Foto: Divulgação

A desembargadora Cynthia Maria Pina Resende, candidata à presidência do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) quer levar a Corte para o século 21. Após a Operação Faroeste, ela defendeu uma Justiça forte, equilibrada, eficiente, célere e honesta. Um dos seus objetivos é resgatar a integridade do tribunal e implantar um sistema que assegure a transparência das demandas das empresas e cidadãos que recorrem à proteção da justiça integram a plataforma da desembargadora.

 

“Neste momento, nossa instituição centenária que tanto orgulha baianos e brasileiros, atravessa uma crise que ameaça sua credibilidade. Precisamos retomar a confiança da Corte, e acredito que este é um compromisso dos egrégios colegas que integram o Tribunal”, declarou a magistrada, que já foi corregedora das Comarcas do Interior. Para ela, Justiça que tarda não é justiça. “O cidadão tem direitos e deve ter a lei a seu lado para garantir esses direitos com mais celeridade. Zelar pelo cumprimento da Constituição Brasileira e a do nosso estado será nosso compromisso de honra”, frisou.

 

Como corregedora, entre os anos de 2016 e 2018, ela fez 200 visitas regimentais a todas as comarcas do estado e lançou o projeto “Parceiros Pela Justiça”, que resultou em maior aproximação entre o TJ-BA e a população baiana. “O resultado deste trabalho foi a análise de 271.701 processos, com a baixa de 107.532 deles, além de 56.402 sentenças proferidas. Realizamos audiências públicas e levamos uma estrutura móvel para praças públicas, onde recebemos partes e advogados para atendimento, orientação e até resolução dos casos na hora, desde que estivessem efetivamente prontos para julgamento”, contou.

 

Além de ampliar esta aproximação com o povo, a desembargadora quer intensificar o uso das novas tecnologias como aliadas para a melhor prestação dos serviços jurisdicionais e para o ampliar o diálogo com a sociedade. “Quero - e vou trabalhar muito para isso - que o Tribunal de Justiça da Bahia seja referência no uso das tecnologias, no aprimoramento dos serviços, na transparência e na eficiência”.

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