Defensoria recebe denúncia de moradores do Residencial das Margaridas sobre acessibilidade
A Defensoria Pública da Bahia realizou um mutirão nesta segunda-feira (10) para atender moradores do Residencial das Margaridas, em Salvador. Mais de 90 famílias que vivem no local sofrem com a falta de acessibilidade nas escolas, nas moradias, postos de saúde e transportes públicos. A ideia do mutirão surgiu a partir de uma denúncia feita por uma mãe.
A moradora do Residencial Margaridas, Alessandra Santos Silva, de 36 anos, é mãe de Stefany Alice Silva, de seis anos, informou que a filha está há dois anos sem conseguir frequentar a escola, pois os diretores informam que não há vagas para ela. Já Jucilene Rios da Silva, de 43 anos, é deficiente física e mora na casa da mãe no Residencial das Margaridas. Ela conta que até o momento não conseguiu o imóvel do “Minha Casa, Minha Vida”, que está há aproximadamente dez anos na fila preferencial e ainda nada.
De acordo com a defensora pública Gisele Aguiar, a Defensoria Pública vai tratar destas questões que carecem de atenção e o próximo passo será uma visita ao Residencial, em data a ser definida, para averiguar o que precisa ser melhorado.
