Justiça determina que empresa Uber assine carteira de trabalho
Pela primeira vez no Brasil, em segunda instância, a Uber, empresa de transportes por aplicativo foi condenada a pagar um motorista dando a ele carteira assinada, FGTS, férias, multa rescisória e aviso prévio. A decisão partiu da Justiça de São Paulo. Segundo a Folha de São Paulo, a Uber vai recorrer e detalhou que o motorista trabalhou até o ano de 2016, durante 1 ano.
Em entrevista à Folha, o procurador do trabalho do Rio e professor da UFRJ, Rodrigo Carelli, esclareceu que “já houve decisões em primeiro grau, mas essa é de segunda instância e pode ser replicada em outros estados. Agora, essa questão naturalmente será levada ao Tribunal Superior do Trabalho”.
