Judiciário concede mais de 236 mil medidas protetivas para mulheres em 2017
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) registrou um aumento de 21% na concessão de medidas protetivas pelo Judiciário no ano de 2017. As medidas protetivas são deferidas pelos magistrados em caso de risco para uma vítima, quando, por exemplo, determina o afastamento de um marido do lar, em casos de violência doméstica. No total, foram concedidas 236 mil medidas protetivas em 2017, contra 194 mil, em 2016. Os estados que registraram maior crescimento, em número de medidas, foram Goiás, Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, além do Distrito Federal. O retrato estatístico faz parte do estudo “O Poder Judiciário na Aplicação da Lei Maria da Penha 2018”, elaborado pelo CNJ. Na Bahia, em 2016, foram concedidas 3263 medidas protetivas. Em 2017, foram 3208, registrando uma queda nas medidas.
