Especialista defende que casos de bullying não devem ser punidos pela Justiça
Casos de bullyng podem ser presenciados em diversos setores da sociedade, mas principalmente nos centros educacionais onde crianças e adolescentes estão em fase de formação moral. Médicos e psicólogos que estudam tal fato apontam que não seria interessante a Justiça intervir nesse assunto para punir o importunador. “Não é a canetada de um juiz que resolve algo tão complexo”, disse Gustavo Teixeira, especialista em psiquiatria da infância e da adolescência, em um artigo da revista Veja BH. O psiquiatra defende que cabe às escolas criar estratégias para estruturar o ambiente educacional, envolvendo pais, educadores e estudantes. Teixeira ressalta que o bullying é perigoso, mas recorrer à Justiça é um “exagero”. Os especialistas na área tem chamado a atenção para a importância do ambiente escolar se preparar com profissionais capacitados e aptos para atuarem nos casos de bullying, ao invés de esperar do judiciários a intervenção em condutas humanas comportamentais.
