Operação Colômbia 2: Defesa alega que mais de sete mil páginas não foram apresentadas
A defesa dos acusados do assassinato do casal Paulo Colombiano e Catarina Galindo alegou que não solicitou a anulação do processo junto à Seção Criminal do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA) (confira aqui). A defesa argumenta que tal procedimento foi utilizado em razão de o Juiz, além de ter determinado a juntada de 39 volumes de documentos (mais de 7000 páginas), "que foram solenemente sonegados da defesa durante toda a instrução processual, ter utilizado, segundo sustenta a defesa técnica, de diversos excessos de linguagem, inaceitáveis, impróprios e incabíveis para a posição do juízo, que deve ser sempre imparcial". Além disso, a defesa também afirma que o juiz utilizou excesso de linguagem, “inaceitáveis, impróprios e incabíveis para a posição do juízo, que deve ser sempre imparcial”. A defesa ressaltou que tem “todo interesse no rápido e célere julgamento deste procedimento” e que não foi esclarecido ao longo do processo “quem deixou de apresentar as mais de 7.334 páginas, incluindo 28 mídias eletrônicas, juntados aos autos quase três anos após o início do processo”. (Atualizado às 19h37)
