Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Justiça
Você está em:
/
/
Justiça

Notícia

Desembargador Hilton Queiroz é empossado como novo presidente do TRF-1

Foto: TRF-1
A nova mesa diretora do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) foi empossada na última sexta-feira (15) para o biênio 2016-2018. O TRF-1 será presidido pelo desembargador federal Hilton Queiroz, e terá como vice-presidente o desembargador I’talo Mendes (vice-presidente). O desembargador João Batista Moreira foi empossado como corregedor regional da Justiça Federal da Primeira Região. O evento reuniu autoridades civis e militares das três esferas de Poder, nos níveis federal, estadual, municipal e distrital. O novo presidente, em seu discurso, relembrou sua trajetória de 18 anos no TRF. “Envelheci neste Tribunal, aonde cheguei com o vigor maduro da quadra de meus 50 anos. Envelheci neste Tribunal servindo ao Brasil no exercício da atividade pública compatível com o pendor de meu espírito. Venho servindo ao Brasil fiel aos deveres de meu cargo, fidelidade que guardo à Justiça desde que assumi a magistratura federal, na Bahia, em 1984”. O novo presidente afirmou que sua em gestão os princípios constitucionais da Administração Pública serão estritamente observados e seguidos para enfrentar os desafios que se apresentam: “os recursos humanos, comprometidos pela diminuição do quadro de pessoal, que não se renova, e a que se junta a falta de recursos para a realização de concursos, serão otimizados e os recursos financeiros, escassos, por força do contingenciamento advindo do déficit orçamentário, serão priorizados para o atendimento dos serviços essenciais ao Tribunal”. Hilton Queiroz destacou a elevada demanda processual que a Primeira Região enfrenta. “O TRF1 tem julgado muito, não podendo ser tachado de inoperante. Outra verdade é que o Tribunal tem um quadro pequeno de julgadores para arrostar a quantidade de processos que nele deságua”, ponderou. Ele ainda ponderou que “Tribunal é um barco lançado a revolto oceano de conflitos, exigindo soluções judiciais. Seu objetivo é domar o oceano, pacificando conflitos, e o porto onde se supre para arrostar as procelas é o da Constituição, das leis, do seu regimento, de onde fluem as cartas náuticas que balizam o seu curso”.

Compartilhar