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Eleições OAB: Candidatos trocam farpas e Viana é alvo de críticas

Por Bruno Luiz/ Luana Ribeiro

Foto: Jefferson Peixoto/ Ag. Haack/ Bahia Notícias
O debate entre candidatos à presidência da seccional baiana Ordem dos Advogados do Brasil apresentou momentos mais conflituosos em seus blocos finais. José Nelis voltou a ser perguntado, desta vez por Fabiano Mota, sobre o rompimento com Luiz Viana. “Você não sabe, pois talvez não advogue, que eu não sou do grupo de Luiz Viana. Poderia até continuar, mas ele só se importa com os grandes escritórios, assim como o “doutor” Rátis. Luiz Viana se tornou inimigo do advogado”, acusou. Mota, que classificou os concorrentes como “uma mesmice” replicou: "Lamento que o senhor só tenha percebido tão tarde o que havíamos percebido antes". Viana voltou a ser alvo de críticas: Carlos Rátis perguntou a Mota se a crise no Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA) e os “maus resultados” do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) não poderiam ser atribuídos ao atual presidente da ordem. Após classificar a atitude de Viana como “lamentável”, Mota respondeu: "Cadê o presidente? Tá comemorando o aniversário com os advogados, ao invés de estar aqui discutindo propostas", alfinetou, ao que se somou interferência de Rátis, que definiu Viana como “populista” e clamou por mais diálogo. Na troca de farpas, Mota não foi poupado: Nelis questionou qual era sua experiência em gestão de órgão colegiado. "Fui síndico do meu prédio", brincou o candidato, para completar: "Eu sou advogado e quem advoga conhece os problemas da advocacia e pode resolver". Na réplica, Nelis sugeriu a ele “amadurecer mais e voltar a ser candidato". No último bloco, estudantes apresentaram perguntas. Nelis foi indagado sobre o fim do exame de ordem. "O exame de ordem é uma necessidade para o advogado, mas sou contra a forma como o exame é feito”, disse, que acrescentou que "nosso ensino não prepara para a prática da advocacia". Já Fabiano Mota respondeu sobre a relação da Ordem com a Ufba e propôs a promoção de cursos de pós-graduação on-line pela Escola Superior de Advocacia (ESA) e disse também que a “Escola Superior de Advocacia é cabide de empregos”. Logo depois, Rátis falou sobre o piso salarial dos advogados e apresentou proposta de se articular junto ao Conselho Federal da OAB para aprovar uma proposta no Congresso.

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