Eleições OAB-BA: Fabiano Mota anuncia pré-candidatura a presidente
O advogado e professor de direito Fabiano Mota será o terceiro candidato a disputar as eleições para presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA) para o triênio 2016-2019. Mota anunciou nesta quinta-feira (8), ao Bahia Notícias, sua pré-candidatura ao cargo de presidente da seccional. O advogado, que integrou o Centro de Estudos de Sociedades de Advogados na Bahia (Cesa-BA) e é membro da comissão de mediação e arbitragem da OAB-BA, diz que uma das suas motivações a se lançar candidato e dos demais advogados que integrarão a sua chapa foram motivados por um “sentimento de fazer parte da administração, de fazer parte das comissões, de acompanhar a OAB”, e sobretudo, “por ser vilipendiado pelo Judiciário”. A chapa começou a ser construída em abril deste ano e o nome do candidato a vice-presidente ainda não foi revelado. A campanha de Mota, segundo ele, é modesta. “Eu costumo falar com o pessoal para ficar alerta com relação a isso, porque isso não é uma campanha para governador, não é para deputado federal. Se analisar a última campanha, os comitês, o gasto foi absurdo”, diz Fabiano Mota. Ele ainda critica os rumos que as campanhas tomaram na última eleição, e que não consegue compreender o dispêndio financeiro delas. “Nossa campanha é modesta, baseada única e exclusivamente na ideia da renovação, da ideia de alternância de poder. Eu sou contra a reeleição, porque ela não tem gerado bons frutos. Nós não somos só contrários à reeleição. Nós somos contrários a falta de renovação, e a volta do grupo de Saul [Quadros], e a permanência do outro grupo é um continuísmo também”, afirma Mota, sobre o lançamento da candidatura à reeleição de Luiz Viana. Ele lembra ainda que o grupo liderado por Carlos Rátis e Luiz Viana, há mais de 20 anos, integravam o mesmo grupo que comanda a OAB-BA. Para ele, os candidatos que estão postos não têm “experiência na advocacia, não sabem o dia a dia, e por conta disso, não fazem o enfrentamento necessário que tem que ser feito”.
