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Wagner Moura é nomeado embaixador da OIT para combater trabalho forçado

Foto: Divulgação
O ator baiano Wagner Moura foi nomeado embaixador da Boa Vontade da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para questões relacionadas ao trabalho forçado, o que inclui o tráfico de pessoas e o trabalho análogo ao escravo. O ator deve participar da campanha''50 For Freedom'', criada para acabar com a escravidão moderna. Desde 2013, o ator colabora com a OIT, apoiando campanhas contra o trabalho infantil. ''A escravidão moderna é o mais primitivo dos desrespeitos ao direito da pessoa. É algo que me toca profundamente, porque eu cresci no interior do Brasil e vi por mim mesmo como a pobreza força as pessoas a trabalharem em condições de exploração, de abuso”, diz Moura. Para a Diretora de Comunicação da OIT, Márcia Poole, Wagner é um importante reforço para defender esta causa junto à OIT, pois pode passar a mensagem para aqueles com o poder de mudar a situação e se conectar com as pessoas, especialmente os jovens. ''O trabalho escravo está ao nosso redor, em países ricos e pobres, e todos nós podemos e devemos fazer a nossa parte para acabar de uma vez por todas com a escravidão moderna'', afirmou a diretora. A campanha ''50 For Freedom'', lançada em junho, visa aumentar a conscientização sobre o trabalho forçado e mobilizar o apoio do público para conseguir com que pelo menos 50 países ratifiquem, até 2018, o Protocolo à Convenção sobre o Trabalho Forçado de 1930. 

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