OAB-BA convoca desembargadores do quinto constitucional para discutir crise do Judiciário
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA) vai convocar os desembargadores do quinto constitucional do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), para discutir a saídas da crise instalada no Poder Judiciário baiano. A proposta para chamar os desembargadores oriundos da advocacia foi feita pelo conselheiro Domingos Arjones na sessão plenária desta sexta-feira (10), como forma de cobrança em favor dos jurisdicionados e advogados baianos. O presidente da OAB-BA, Luiz Viana, pediu que os demais conselheiros apresentem sugestões até a próxima sessão plenária para definirem uma estratégia de enfrentamento mais ativa ao TJ-BA sobre os problemas que o Judiciário baiano atravessa. “A OAB precisa puxar que essa discussão já é um problema de Estado. Deixou de ser dos juízes e dos advogados. É um grave problema de Estado, envolvendo os Três Poderes”, afirma. “Vivemos uma contradição administrativo-política, em que se tem dinheiro em caixa, mas não se pode contratar pessoal”, salienta Viana. Durante a sessão plenária, Luiz Viana afirmou que mudará o seu discurso e não dirá mais que o Judiciário baiano vive sua pior crise, para assumir que o Tribunal de Justiça da Bahia vive um verdadeiro caos. “Não é uma situação crítica, é caótica mesmo. O Judiciário baiano é verdadeiro inferno. É um inferno advogar na Justiça baiana”, indigna-se. A ideia do gestor da Ordem é fazer um grande movimento para que se tenha uma resposta dos Poderes para que o tribunal preste um serviço melhor ao cidadão.
O conselheiro João Teixeira Neto afirmou que não vai mais participar de movimentos como “abraço ao fórum”, em porta de fórum, e defendeu um ato mais ostensivo, mais enérgico para se mostrar que o Judiciário baiano está um caos e cobrar o resultado do diagnóstico apresentado pela OAB ao tribunal, pois a “advocacia não é profissão de covardes”. O conselheiro Domingos Arjones afirmou que a situação do tribunal é endêmica e a OAB precisa reagir. “Você vai ao Tribunal de Justiça e só vai encontrar meia dúzia de cachorros na porta. E isso é uma resposta do inconsciente coletivo, de que o Judiciário baiano está entregue aos cachorros mesmo, que nem o controle de zoonose não vai lá tirar”, destaca Arjones. Para ele, a única linguagem que os gestores públicos vão entender “é a revolta do povo”.
O conselheiro João Teixeira Neto afirmou que não vai mais participar de movimentos como “abraço ao fórum”, em porta de fórum, e defendeu um ato mais ostensivo, mais enérgico para se mostrar que o Judiciário baiano está um caos e cobrar o resultado do diagnóstico apresentado pela OAB ao tribunal, pois a “advocacia não é profissão de covardes”. O conselheiro Domingos Arjones afirmou que a situação do tribunal é endêmica e a OAB precisa reagir. “Você vai ao Tribunal de Justiça e só vai encontrar meia dúzia de cachorros na porta. E isso é uma resposta do inconsciente coletivo, de que o Judiciário baiano está entregue aos cachorros mesmo, que nem o controle de zoonose não vai lá tirar”, destaca Arjones. Para ele, a única linguagem que os gestores públicos vão entender “é a revolta do povo”.
Cachorros no TJ-BA | Foto: Leitor/ Bahia Notícias
