PGR envia representantes à Itália para tratar da extradição de Pizzolato
A Procuradoria-Geral da República (PGR) enviou dois representantes à Itália para tratar sobre a possível extradição do ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado no processo do mensalão e preso em solo italiano. O pedido formal de deportação ainda não foi feito pelo governo brasileiro e o prazo terminará na segunda quinzena de março. Segundo a assessoria da PGR, o chefe da Área de Cooperação Internacional da Procuradoria, Vladimir Aras, e o chefe de gabinete do procurador-geral da República, Eduardo Pellela, se reuniram na manhã desta sexta-feira (14) na embaixada do Brasil em Roma com autoridades policiais que atuam no caso. Eles devem ir a Bologna na segunda-feira (16) e Modena na terça (17) conversar com autoridades sobre a possibilidade de Pizzolato para que ele cumpra no Brasil a pena pela Ação Penal 470. Atualmente, os documentos do processo contra o condenado estão em fase de tradução na PGR, e serão enviados ao Ministério da Justiça. O caso de Pizzolato é polêmico porque ele possui dupla cidadania, o que permite ao governo italiano recusar a extradição. Informações do G1.
