Ginecologista é condenado a seis anos de prisão por abuso sexual; uma das vítimas é menor
Suspeito de ter abusado duas pacientes no Centro de Saúde de São Sebastião, no Distrito Federal, um ginecologista foi condenado a seis anos e seis meses de prisão. A violência sexual cometida contra as mulheres, uma delas adolescente e grávida de cinco meses, teria ocorrido entre julho de 2009 e fevereiro de 2010. Segundo as vítimas, o médico Lauro Estevão Vaz Curvo tocou-as de forma “maliciosa” durante os exames. Um relato diz que em um dos procedimentos, Vaz Curvo teria se recusado a usar luvas para fazer o toque. A paciente grávida disse na denúncia que o médico havia prometido conseguir um amigo para fazer o parto cesáreo dela, mas na condição de a adolescente realizar um programa com ele. O médico ainda teria elogiado as partes íntimas da jovem. Segundo a outra paciente, Vaz Curvo dirigiu palavras obscenas enquanto a avaliava. A Promotoria de Justiça de Defesa dos Usuários de Serviços de Saúde (Pró-Vida) já iniciou as investigações, e durantes as primeiras audiências com as vítimas e as testemunhas, os promotores confirmaram que há elementos para pedir o indiciamento do ginecologista. Informações do Correio Braziliense.
