Tribunal russo nega condicional a integrante da Pussy Riot
O Tribunal da Rússia indeferiu o pedido de liberdade condicional da integrante da banda Pussy Riot, Nadejda Tolokonnikova. A cantora cumpre dois anos de prisão por cantar uma oração punk contra Vladimir Putin. "Já passei tempo suficiente no campo, estou cansada de estudá-lo, seis meses é uma pena suficiente", disse a jovem condenada de 23 anos durante a audiência. Nadejda tem direito a ganhar o benefício, já que pela lei russa quando alguém cumpre metade da pena a que foi condenado pode sair em condicional. A jovem já está encarcerada há um ano. "Conceder liberdade condicional a Tolokonnikova é prematuro, o Tribunal considera que os argumentos da defesa não são convincentes", declarou a juíza Lidia Iakovleva. Nadejda Tolokonnikova, Maria Alekhina e Ekaterina Samutsevich foram presas em fevereiro de 2012 na Catedral de Cristo Salvador de Moscou, onde dançaram e cantaram uma oração punk pedindo à Santa Virgem que expulsasse Putin para denunciar um coluio entre a Igreja ortodoxa e o poder político. Informações do G1.
