Ação Shell/Basf: Reunião termina sem acordo
A reunião entre a Shell-Basf e os representantes dos ex-trabalhadores de Paulínia contaminados por pesticidas, realizada nesta terça-feira (19), terminou sem consenso. Os funcionários fizeram contrapropostas em relação a alguns pontos estipulados no acordo proposto pelas multinacionais que nã foram acatadas. Além disso, os representantes das empresas não propuseram valores para o pagamento de indenização por danos morais coletivos. O Ministério Público do Trabalho exige o valor da compensação. Os empregados consideram insuficiente o fundo de custeio oferecido pela empresa no valor de R$ 52 milhões. As companhias também não querem conceder o prazo de 90 dias para que se incluam as pessoas que faltam receber tratamento. Atualmente 884 empregados tem atendimento médico, no entanto, a estimativa é que mais de 1,1 mil pessoas necessitem de tratamento. As empresas disseram que só vão se pronunciar no dia 28, na audiência marcada no Tribunal Superior do Trabalho (TST).
