Justiça revoga decisão que esterilizaria uma mulher a força
A Justiça de São Paulo revogou a decisão anterior que obrigava uma mulher com doença mental moderada a ser esterilizada a força. A decisão de fazer a laqueadura foi revogada a partir de um pedido da Defensoria Pública de São Paulo. O Ministério Público de São Paulo (MP-SP), que pediu anteriormente a esterilização, concordou com a revogação da sentença, proferida em 2004. Em um relatório apresentado à Defensoria, familiares disseram que a moça deseja um dia ser mãe. A decisão não foi executada ao longo dos últimos anos, porque a mulher demonstrou responsabilidade ao se manter longe de uma gravidez, fazendo uso de métodos anticoncepcionais reversíveis.
