Justiça determina que fazendeiros e trabalhadores rurais desocupem terras indígenas no Mato Grosso
A Justiça determinou que os moradores não índios da comunidade Posto da Mata, na Terra Indígena Marãiwatsédé, no Mato Grosso, desocupem a área nesta sexta-feira (4). Quem desobedecer a determinação de não deixar a terra indígena, terá os bens confiscados pela Justiça e poderá responder por crime de desobediência. A determinação faz parte da Operação de Desintrusão, iniciada em dezembro. O Posto da Mata, a mil quilômetros de Cuiabá, é um dos principais focos de resistência dos não indígenas, que ocupam as terras pertencentes aos xavantes.
Um grupo de fazendeiros e trabalhadores rurais organizaram manifestações e bloquearam rodovias desde que foram informados da ordem de desocupação. Segundo a Fundação Nacional do Índio (Funai), o grupo saqueou sete toneladas de alimentos que seriam levados para uma aldeia Carajá, e queimaram um caminhão da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), usado pela Secretaria Especial de Saúde Indígena para transportar a carga. O governo, desde o final de dezembro, tem feito uma força-tarefa para fazer a desintrusão da área. A Funai avalia que a operação foi “pacífica”, sem resistência ou confronto com os agentes que atuam na desocupação.
Um grupo de fazendeiros e trabalhadores rurais organizaram manifestações e bloquearam rodovias desde que foram informados da ordem de desocupação. Segundo a Fundação Nacional do Índio (Funai), o grupo saqueou sete toneladas de alimentos que seriam levados para uma aldeia Carajá, e queimaram um caminhão da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), usado pela Secretaria Especial de Saúde Indígena para transportar a carga. O governo, desde o final de dezembro, tem feito uma força-tarefa para fazer a desintrusão da área. A Funai avalia que a operação foi “pacífica”, sem resistência ou confronto com os agentes que atuam na desocupação.
