Grupo utilizava falsa igreja para lavar dinheiro
O Ministério Público Federal de São Paulo denunciou, nesta quarta-feira (19), três pessoas acusadas de usarem uma igreja como fachada para lavar dinheiro. Os suspeitos foram investigados na operação da Polícia Federal apelidada de Lava-Rápido. A ação foi deflagrada em outubro, época em que foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão e seis prisões. A Procuradoria acusa o grupo pelos crimes de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, evasão de divisas e falsidade ideológica. No local indicado de onde funcionaria a instituição religiosa funciona uma academia. De acordo com a denúncia o chefe do bando seria o responsável pela falsa igreja. Além do templo, o grupo também utilizou mais de cem empresas fantasmas. Segundo a Procuradoria, a igreja estava no nome de pessoas que não saberiam da sua existência. A associação religiosa foi criada para ter imunidade tributária e diminuir a chance de uma investigação, segundo a investigação. Informações da Folha.
