Eleição é argumento contra sessão extra no STF
As demandas das eleições municipais de outubro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) são os principais argumentos de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) contra a realização de sessões extras para acelerar o julgamento do mensalão. A ideia era realizar uma quarta sessão por semana para tratar do processo, mas a ideia perdeu força por conta do excesso de trabalho enfrentado pelos ministros que acumulam cadeiras no Supremo e no TSE. Três deles estão nesta situação: Carmem Lúcia, Marco Aurélio Mello e José Antonio Dias Toffoli.O julgamento do mensalão dura um mês e meio e não há previsão de encerramento.
