Usamos cookies para personalizar e melhorar sua experiência em nosso site e aprimorar a oferta de anúncios para você. Visite nossa Política de Cookies para saber mais. Ao clicar em "aceitar" você concorda com o uso que fazemos dos cookies

Marca Bahia Notícias Justiça
Você está em:
/
/
Justiça

Notícia

Recurso da Kieppe pode adiar audiência entre Odebrecht e Gradin

O desfecho da novela Kieppe e Graal, que disputam a participação no Grupo Odebrecht, pode ser mais uma vez adiada. O embate entre as famílias Odebrecht e Gradin poderá chegar ao fim em uma audiência na próxima quinta-feira (23), mas um recurso interposto pela Kieppe no Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA) poderá não permitir que a discussão logo termine. O advogado Francisco Basto, que representa a Kieppe, holding dos Odebrecht e controladora majoritária do grupo, questiona duas decisões de primeiro grau: a não integração da Odbinv como assistente litisconsorcial e a determinação para que a Kieppe aguarde decisão que vai analisar a validade de cláusula arbitral para resolver a questão. Para Bastos, as duas questões deveriam ser resolvidas conjuntamente. Os Odebrechts são contra a arbitragem para resolução do conflito, enquanto os Gradin, que controlam a Graal, são favoráveis à medida. Os advogados que representam a Graal questionam, por sua vez, a distribuição do agravo de instrumento, que está sob responsabilidade do desembargador Gesivaldo Britto, da 2ª Câmara Cível do TJ-BA. A disputa, antes, era discutida pela 4ª Câmara. De acordo com Bastos, ele entrou um pedido de livre distribuição, o que levou o caso para a 2ª Câmara e que a distribuição do processo é irrelevante. A 4ª Câmara não tem atendido os pedidos da família Odebrecht. Após o questionamento da distribuição do Agravo à 2ª Câmara , o 1º vice-presidente do TJ-BA, desembargador Eserval Rocha, determinou nesta sexta-feira (17/8) a distribuição do Agravo à 4ª Câmara. Segundo Caio Druso, um dos advogados da Graal, a distribuição para outra câmara deve ter sido "uma falha de sistema".  Ele disse que “não surpreende que a Kieppe insista nessa postulação de obstruir o andamento regular de um processo simples. Essa é a postura que se adota quando não se tem razão”. Informações do Conjur.

Compartilhar