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Defesa afirma que Banco Rural foi atingido pela crise do mensalão pouco depois da remodelação

A defesa de Vinicius Samarane, ex-diretor do Banco Rural, optou por descrever todo o histórico da empresa na sessão do julgamento do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF) desta quarta-feira (8). O advogado Maurício de Oliveira Campos Júnior relembrou que a presidente do Banco Rural morreu, fazendo Kátia Rabello, irmã da ex-presidente, assumir o comando. Campos Júnior afirmou que o Banco Rural foi atingido pela crise do mensalão pouco depois da remodelação. De acordo com o advogado, a polícia teria ouvido o tesoureiro e um funcionário do Banco Rural que relataram sobre a rotina de saques na agência. Ele afirmou também que o Banco Rural reuniu os documentos exigidos pela Justiça antes do prazo e ainda corrigiu o ofício, em relação ao número do CNPJ de uma das empresas. Campos Júnior, assim como Thomaz Bastos, reduziu o depoimento de Godinho. Ele disse que o testemunho de "um subalterno e insatisfeito" arrastou o nome do Banco Rural para o mensalão. "Ele propunha em reuniões com os superintendentes condutas que o banco não aprovava", acusou o defensor.

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