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Defesa diz que não há descrição da participação do sócio de Valério nos crimes

Ramon Hollerbach
O presidente do STF chamou o último advogado do dia para falar, Hermes Vilchez Guerrero, que é o defensor de Ramon Hollerbach, sócio de Marcos Valério. “Ele não pode julgado e condenado por causa do CNPJ, mas ele tem que ser julgado e sentenciado por seu CPF e número de carteira de identidade”, disse Guerrero. Além disso, ele afirmou que Hollerbach é respeitado na publicidade mineira e era responsável pela parte de criação das agências, ele não cuidava da área financeira da empresa. O advogado argumenta que Ramon só é réu do processo por ser sócio de Valério. “Eu sei que o Ramon é inocente. (...) Mas quem tem que estar plenamente convencido que alguém é inocente ou culpado é vocês (os ministros do STF)”. Ele pediu a absolvição de seu cliente e disse que o Ministério Público não atribuiu condutas a Ramon Hollerbach em relação a nenhum crime, relacionando sempre o nome do sócio ao de Valério dentro do núcleo operacional financeiro. "Marcos Valério não tinha ascendência sobre Ramon, eles eram sócios".

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