Entidade de defesa dos direitos humanos é premiada por atuação no caso Pinheirinho
O Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa Humana de São Paulo (Condepe) foi premiado pela atuação no caso da reintegração de posse do Pinheirinho, em São José dos Campos (SP). O prêmio foi concedido pelo 17º Encontro do Movimento Nacional de Direitos Humanos. A entidade recebeu o prêmio na abertura do encontro junto com outras entidades e iniciativas que se destacaram na defesa dos direitos básicos do indivíduo. A defensora pública Daniela Skromov de Albuquerque também foi premiada pelo atendimento aos moradores de rua durante a operação policial para coibir o uso de crack no centro de São Paulo, além do Centro de Direitos Humanos de Sapopemba, zona leste paulistana.
O vice-presidente da Comissão Especial da Criança e do Adolescente do Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e da Fundação Criança de São Bernardo do Campo, Ariel de Castro Alves, destacou a importância da difusão desses valores e que os direitos humanos precisam ser popularizados. Castro Alves afirmou que boa parte da população tem uma compreensão completamente equivocada sobre direitos humanos. Ele considera que esta visão foi construída durante a ditadura militar. Ele pontua que, naquele período, os defensores dos direitos humanos eram considerados terroristas e que atualmente, quem luta por direitos humanos, é visto como defensor de bandidos. Para Alves, essa noção equivocada faz com que setores da sociedade defendam ideias nocivas. O coordenador-geral do Movimento Nacional de Direitos Humanos, Gilson Cardoso, afirma que os “governos têm limites, mas a sociedade civil não”, e que a sociedade tem papel fundamental para garantir o respeito aos direitos humanos no país.
O vice-presidente da Comissão Especial da Criança e do Adolescente do Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e da Fundação Criança de São Bernardo do Campo, Ariel de Castro Alves, destacou a importância da difusão desses valores e que os direitos humanos precisam ser popularizados. Castro Alves afirmou que boa parte da população tem uma compreensão completamente equivocada sobre direitos humanos. Ele considera que esta visão foi construída durante a ditadura militar. Ele pontua que, naquele período, os defensores dos direitos humanos eram considerados terroristas e que atualmente, quem luta por direitos humanos, é visto como defensor de bandidos. Para Alves, essa noção equivocada faz com que setores da sociedade defendam ideias nocivas. O coordenador-geral do Movimento Nacional de Direitos Humanos, Gilson Cardoso, afirma que os “governos têm limites, mas a sociedade civil não”, e que a sociedade tem papel fundamental para garantir o respeito aos direitos humanos no país.
