OAB: Pesquisa aponta que grau de satisfação não garante reeleição nas regionais; OAB-BA ficou em penúltimo
Uma pesquisa feita pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) avaliou que a satisfação dos advogados com a gestão das seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil não garante a continuidade dos mandatos nas eleições que serão realizadas em novembro. A pesquisa ouviu 7,9 mil advogados em abril deste ano. Na Bahia, Saul Quadros teve a penúltima avaliação entre os pesquisados. O maior índice de satisfação foi registrado na seccional do Rio Grande do Sul, com 91% de aprovação. Mas isso não garante que Cláudio Lamachia, atual presidente da Ordem seja reeleito. Cerca de 46% dos advogados afirmaram ser indiferentes em votar na situação ou na oposição nas próximas eleições.
A gestão da seccional baiana da Ordem teve boa aprovação, embora inferior à maioria das outras ordens. Cerca de 64% dos advogados baianos classificaram a gestão de Saul Quadros como boa ótima ou boa, 29% consideraram regular e 8% consideraram ruim ou péssima. Sobre a intenção de voto nas próximas eleições para regional, cerca de 75% dos causídicos baianos declaram que poderão votar na situação e 21% já apontaram que poderão votar na oposição. Apenas 5% se disseram indiferentes no pleito. Os principais nomes apontados para concorrer à presidência da seccional Bahia é o de Quadros, para reeleição, com 27% das intenções de voto, Roque Aras aparece em segundo lugar, com 8% das intenções, Luis Viana e Dinailton Oliveira aparecem, cada um, com 7% das intenções de voto. Outros nomes cotados para o cargo é o de Antônio Menezes e Durval Ramos.
Na regional paulista, 73% dos advogados entrevistados se declararam indecisos, mesmo com a avaliação positiva de 76% dos advogados como "boa" ou "ótima" da atual gestão, sob o comando de Luiz Flávio Borges D’Urso. Na OAB do Rio de Janeiro, o atual presidente, Wadih Damous, que já manifestou que não irá concorrer ao pleito novamente, ficou com 47% das intenções de voto. Cerca de 88% dos advogados fluminenses aprovam a atual gestão. A Ordem com pior avaliação é a do Pará, sob o comando do advogado Jarbas Vasconcelos. Para 29% dos advogados paraenses, Vasconcelos é pior do que a sua antecessora, Ângela Serra Sales. Entre 2001 e 2006, a OAB-PA foi gerida pelo atual presidente do Conselho Federal da OAB nacional, Ophir Cavalcante.
Informações do Conjur.
A gestão da seccional baiana da Ordem teve boa aprovação, embora inferior à maioria das outras ordens. Cerca de 64% dos advogados baianos classificaram a gestão de Saul Quadros como boa ótima ou boa, 29% consideraram regular e 8% consideraram ruim ou péssima. Sobre a intenção de voto nas próximas eleições para regional, cerca de 75% dos causídicos baianos declaram que poderão votar na situação e 21% já apontaram que poderão votar na oposição. Apenas 5% se disseram indiferentes no pleito. Os principais nomes apontados para concorrer à presidência da seccional Bahia é o de Quadros, para reeleição, com 27% das intenções de voto, Roque Aras aparece em segundo lugar, com 8% das intenções, Luis Viana e Dinailton Oliveira aparecem, cada um, com 7% das intenções de voto. Outros nomes cotados para o cargo é o de Antônio Menezes e Durval Ramos.
Na regional paulista, 73% dos advogados entrevistados se declararam indecisos, mesmo com a avaliação positiva de 76% dos advogados como "boa" ou "ótima" da atual gestão, sob o comando de Luiz Flávio Borges D’Urso. Na OAB do Rio de Janeiro, o atual presidente, Wadih Damous, que já manifestou que não irá concorrer ao pleito novamente, ficou com 47% das intenções de voto. Cerca de 88% dos advogados fluminenses aprovam a atual gestão. A Ordem com pior avaliação é a do Pará, sob o comando do advogado Jarbas Vasconcelos. Para 29% dos advogados paraenses, Vasconcelos é pior do que a sua antecessora, Ângela Serra Sales. Entre 2001 e 2006, a OAB-PA foi gerida pelo atual presidente do Conselho Federal da OAB nacional, Ophir Cavalcante.
Informações do Conjur.
