STJ mantém prisão de condenado por morte de Dorothy Stang
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve nesta, terça-feira (22), a prisão de Regivaldo Galvão, condenado a 30 anos de prisão pela morte da missionária, Dorothy Stang, em 2005, no Pará. Dois pedidos anteriores de liberdade para Galvão já haviam sido negados antes pelo tribunal: o primeiro em novembro de 2011, e o segundo em fevereiro de 2012. O fazendeiro, apontado como mandante do crime está preso desde setembro de 2011, quando se apresentou à polícia. Ele ainda pode recorrer da decisão do júri que o condenou. A defesa alega que não há motivo para a manutenção da prisão, mas o relator da ação, o desembargador convocado Adílson Vieira Macabu, entendeu que Galvão deve ser mantido preso. "Nós estamos diante de uma condenação pelo tribunal de júri a 30 anos e no assassinato de uma missionária, em condições que se revelaram extremamente brutais ", afirmou Macabu. Informações G1.
