Justiça nega recurso de Delúbio e o condena a devolver R$ 164 mil aos cofres públicos
A 2ª Turma do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou o recurso apresentado pela defesa de Delúbio Soares contra a condenação por improbidade administrativa no Tribunal de Justiça de Goiás. A condenação determina que Delúbio devolva aos cofres públicos mais de R$ 164 mil, e que ele permaneça com os direitos políticos suspensos por oito anos e continue impedido de exercer função pública ou celebrar contratos com o Poder Público. Com a condenação, Delúbio está impedido de disputar eleições por 16 anos, sendo oito definidos pela Justiça de Goiás, e o outro restante pela Lei da Ficha Limpa, que suspende os direitos políticos por oito anos para os que foram condenados pela Justiça.
A Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) condenou Delúbio Soares por improbidade administrativa. Ele teria recebido de forma ilegal salários de 1994 a 1998 e de 2001 e 2005 sem precisar trabalhar e amparado por licenças ilegais. Nesses períodos, Delúbio estava licenciado para trabalhar no Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Goiás (Sintego), mas não atuou neste período no sindicato por trabalhar como dirigente do PT em São Paulo. Na sua defesa, Delúbio sustentou que as licenças foram assinadas pelos secretários de Educação de Goiás nos períodos em que esteve afastado e negou que tenha agido com dolo ou má-fé. Delúbio Soares é um dos principais acusados na ação penal do mensalão por corrupção ativa e formação de quadrilha.
A Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) condenou Delúbio Soares por improbidade administrativa. Ele teria recebido de forma ilegal salários de 1994 a 1998 e de 2001 e 2005 sem precisar trabalhar e amparado por licenças ilegais. Nesses períodos, Delúbio estava licenciado para trabalhar no Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Goiás (Sintego), mas não atuou neste período no sindicato por trabalhar como dirigente do PT em São Paulo. Na sua defesa, Delúbio sustentou que as licenças foram assinadas pelos secretários de Educação de Goiás nos períodos em que esteve afastado e negou que tenha agido com dolo ou má-fé. Delúbio Soares é um dos principais acusados na ação penal do mensalão por corrupção ativa e formação de quadrilha.
