Conselheiro do CNJ quer adoção de linguagem feminina
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vai avaliar uma proposta de resolução que pretende fazer com que o Judiciário se refira aos cargos de sua estrutura segundo o sexo de seu ocupante. O que o conselheiro José Lúcio Munhoz, autor da proposta, quer é que o Judiciário inclua termos já existentes, como assessora, juíza e ministra, ao se referir às mesmas.
Munhoz afirma que as mulheres vinculadas ao Poder Judiciário portam documentos identificando-as como “assessor”, “juiz”, “ministro”. Além disso, reconhecer tratamento igual nas denominações é garantir às mulheres a mesma visibilidade conferida aos homens dentro da estrutura da Justiça.
O conselheiro também deixa claro que a proposta não abrange mudanças em palavras que designem os dois gêneros, tanto masculino quanto feminino.
