Juíza de Pernambuco que ficou sem escolta pede mobilização dos colegas
A juíza da Comarca de São José do Belmonte (PE), Fabíola Michele Muniz Mendes Freire de Moura, que teve a escolta retirada pelo Conselho de Justiça (CNJ), na última terça-feira (28), divulgou uma nota em que pede uma mobilização de seus colegas para que sua escolta seja retomada. Em 2011, uma liminar do CNJ garantiu o uso de carro blindado pela juíza e acompanhamento por seguranças.
Entretanto, o ministro Carlos Alberto Reis de Paula, concluiu que “não há provas que possam dizer que a juíza está em perigo". A corregedora nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, afirmou que conversou com o presidente e o corregedor do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJ-PE) e eles garantiram que não havia mais riscos para a segurança da juíza.
Fabíola estava à frente de processo no qual os policiais militares eram acusados de tortura. De acordo com o advogado da Associação dos Magistrados do Estado de Pernambuco, Jonas da Cruz, ameaças à juíza e a seu marido motivaram o pedido de providências para garantir sua segurança. Informações Conjur.
