Ministros do TSE reprovam acústica da nova sede
A construção moderna e sofisticada do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que foi desenhada por Oscar Niemeyer e inaugurada em dezembro do ano passado, já apresenta problemas. A construção, que custou aos cofres públicos cerca de R$ 327 milhões, agora demonstra problemas na acústica. A reverberação tem prejudicado o entendimento dos ministros nos julgamentos dos processos. A discussão do problema tomou boa parte do tempo da sessão de julgamento da terça-feira (28).
Os ministros reclamaram que não entendiam o voto de seus colegas. Marco Aurélio Mello chegou a pedir vista de dois processos, por não compreender o que o relator havia falado e não ter condições de votar. Ele chegou a sugerir que o plenário se instalasse provisoriamente em outra sala ou até mesmo no Supremo Tribunal Federal (STF). Marco Aurélio, que presidiu o tribunal em 2006, quando foi autorizada a construção do novo prédio, admitiu ter saudades da antiga sede do tribunal. O ministro Marcelo Ribeiro disse que teve dificuldades para votar por causa da ressonância da sala.
O presidente da Corte Eleitoral, Ricardo Lewandowski, informou que uma solução será apresentada, ainda neste mês, pelo consórcio responsável pela obra. Os reparos serão feitos sem custos ao Tribunal. O problema da reverberação do som, de acordo com informações do TSE, é devido ao formato da cúpula e da configuração do ambiente. Durante a construção, o consórcio Via-OAS, adotou duas medidas, que segundo informaram, bastariam para solucionar a reverberação, como colocar três placas de gesso no teto e aumentar a área do carpete instalado no chão e nas paredes. Mas não foram suficientes.
Os ministros reclamaram que não entendiam o voto de seus colegas. Marco Aurélio Mello chegou a pedir vista de dois processos, por não compreender o que o relator havia falado e não ter condições de votar. Ele chegou a sugerir que o plenário se instalasse provisoriamente em outra sala ou até mesmo no Supremo Tribunal Federal (STF). Marco Aurélio, que presidiu o tribunal em 2006, quando foi autorizada a construção do novo prédio, admitiu ter saudades da antiga sede do tribunal. O ministro Marcelo Ribeiro disse que teve dificuldades para votar por causa da ressonância da sala.
O presidente da Corte Eleitoral, Ricardo Lewandowski, informou que uma solução será apresentada, ainda neste mês, pelo consórcio responsável pela obra. Os reparos serão feitos sem custos ao Tribunal. O problema da reverberação do som, de acordo com informações do TSE, é devido ao formato da cúpula e da configuração do ambiente. Durante a construção, o consórcio Via-OAS, adotou duas medidas, que segundo informaram, bastariam para solucionar a reverberação, como colocar três placas de gesso no teto e aumentar a área do carpete instalado no chão e nas paredes. Mas não foram suficientes.
