Pouco mais de 1% dos magistrados investigados são desembargadores
Pouco mais de 1% dos magistrados investigados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) são desembargadores. Segundo o Estadão, um levantamento no site do conselho aponta que, dos 1.333 processos que investigam os juízes em todo o país, apenas 14 são desembargadores. Outras 20 denúncias contra os magistrados que ocupam o mais alto cargo dos tribunais de Justiça foram arquivadas desde que os dados começaram a ser publicados no site da presidência do CNJ, em outubro.
Dos 27 tribunais analisados, 20 não apresentam nenhum processo contra desembargadores. O Tribunal de Justiça do Ceará (TJ-CE) foi o que teve o maior número de desembargadores denunciados. Foram abertos 19 processos contra a mais alta toga do TJ-CE, porém 18 foram arquivados. Já no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), dos 129 magistrados investigados, apenas um refere-se a desembargador, por em tese, cometer infração administrativa. Outro processo foi arquivado.
O portal do CNJ revela que as denúncias vão desde morosidade na tramitação de processos até acusações de conduta criminosa, outras se referem a “alegação de faltas graves”. Os nomes dos magistrados investigados não foram revelados. O banco de dados do CNJ não disponibilizou os processos que envolvem magistrados denunciados nos tribunais federais ou trabalhistas.
Dos 27 tribunais analisados, 20 não apresentam nenhum processo contra desembargadores. O Tribunal de Justiça do Ceará (TJ-CE) foi o que teve o maior número de desembargadores denunciados. Foram abertos 19 processos contra a mais alta toga do TJ-CE, porém 18 foram arquivados. Já no Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), dos 129 magistrados investigados, apenas um refere-se a desembargador, por em tese, cometer infração administrativa. Outro processo foi arquivado.
O portal do CNJ revela que as denúncias vão desde morosidade na tramitação de processos até acusações de conduta criminosa, outras se referem a “alegação de faltas graves”. Os nomes dos magistrados investigados não foram revelados. O banco de dados do CNJ não disponibilizou os processos que envolvem magistrados denunciados nos tribunais federais ou trabalhistas.
