Justiça determina que índios guaranis desocupem terras em Mato Grosso do Sul
A Justiça de Mato Grosso do Sul deu prazo de 15 dias para que o grupo de índios guarani-kaiowá, da Terra Indígena Laranjeira no estado, desocupe a área reivindicada por fazendeiros. Segundo o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) na região, a Fundação Nacional do Índio (Funai) não apresentou o relatório de identificação da terra. A ordem foi entregue aos índios na última sexta-feira (27). Cerca de 170 índios vivem na aldeia, sendo 100 crianças e 30 idosos.
Os índios afirmam que não tem para onde ir, e que estão lá há quatro anos e já ficaram na beira da estrada duas vezes, devido a duas ordens anteriores de desocupação. A Funai, de acordo com informações da Agência Brasil, informou que assinou um termo com o Ministério Público para concluir a identificação das terras indígenas até o fim de 2011, mas o processo foi paralisado varias vezes por decisão da Justiça. Informou também que o órgão recorrerá da decisão para que os índios continuem nas terras.
O procurador-geral da república, Roberto Gurgel, deu parecer recomendando que a demarcação de terras indígenas continue no estado. Um recurso está sendo movido no Supremo Tribunal Federal (STF) está sendo movido contra a decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), que suspendeu a demarcação das terras a pedido da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Femasul).
Os índios afirmam que não tem para onde ir, e que estão lá há quatro anos e já ficaram na beira da estrada duas vezes, devido a duas ordens anteriores de desocupação. A Funai, de acordo com informações da Agência Brasil, informou que assinou um termo com o Ministério Público para concluir a identificação das terras indígenas até o fim de 2011, mas o processo foi paralisado varias vezes por decisão da Justiça. Informou também que o órgão recorrerá da decisão para que os índios continuem nas terras.
O procurador-geral da república, Roberto Gurgel, deu parecer recomendando que a demarcação de terras indígenas continue no estado. Um recurso está sendo movido no Supremo Tribunal Federal (STF) está sendo movido contra a decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), que suspendeu a demarcação das terras a pedido da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Femasul).
