Governo israelense quer penalizar o uso de símbolos do holocausto
Um projeto que coíbe a utilização de símbolos relacionados ao holocausto, após a discussão causada pelo uso por manifestantes ultraortodoxos, que, ao seu ver, são perseguidos por Israel, foi aprovado pelo Comitê Ministerial de Legislação israelense, nesta segunda-feira (9).
As multas podem chegar a US$ 25 mil e até seis meses de prisão para quem utilizar este tipo de simbologia. O Ministério da Justiça local se opõe à legislação, por considerar que vai contra a liberdade de expressão e o projeto ainda deve ser validado pelo Conselho de Ministros, antes de ser enviado ao Parlamento.
A polêmica surgiu em 31 de dezembro, quando centenas de ultraortodoxos protestaram na praça central do bairro de Mea Shearim, em Jerusalém, contra a agressividade dos seculares em relação à sua comunidade, após críticas da imprensa sobre como o grupo trata suas mulheres.
Vários manifestantes, entre eles crianças, usavam no braço uma faixa amarela com a estrela de Davi imposta pelos nazistas à população judaica antes da Segunda Guerra Mundial e alguns se vestiram com uniformes de listras brancas e azuis, assim como os presos judeus nos campos de concentração.
Os principais líderes e políticos israelenses condenaram duramente o protesto, por considerarem uma profanação da memória dos seis milhões de judeus assassinados pelos nazistas.
As multas podem chegar a US$ 25 mil e até seis meses de prisão para quem utilizar este tipo de simbologia. O Ministério da Justiça local se opõe à legislação, por considerar que vai contra a liberdade de expressão e o projeto ainda deve ser validado pelo Conselho de Ministros, antes de ser enviado ao Parlamento.
A polêmica surgiu em 31 de dezembro, quando centenas de ultraortodoxos protestaram na praça central do bairro de Mea Shearim, em Jerusalém, contra a agressividade dos seculares em relação à sua comunidade, após críticas da imprensa sobre como o grupo trata suas mulheres.
Vários manifestantes, entre eles crianças, usavam no braço uma faixa amarela com a estrela de Davi imposta pelos nazistas à população judaica antes da Segunda Guerra Mundial e alguns se vestiram com uniformes de listras brancas e azuis, assim como os presos judeus nos campos de concentração.
Os principais líderes e políticos israelenses condenaram duramente o protesto, por considerarem uma profanação da memória dos seis milhões de judeus assassinados pelos nazistas.
