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Empresas podem fazer protesto contra lei que criminaliza compartilhamento na internet

As maiores empresa da Internet, como a Google, Amazon, Facebook, Yahoo e Twitter, poderão interromper simultaneamente seus serviços em protesto à lei que tramita no Senado americano que propõe que os usuários e que compartilham conteúdos ilegalmente e as plataformas da web que utilizam sejam responsabilizados. A norma é intitulada como Stop Online Piracy Act (Pare com a Pirataria Online), e também é conhecida como SOPA é defendida por grandes empresas de entretenimento que detém grandes direitos autorais como a Warner, Paramount, Universal e Disney.

Os membros da NetCoallition, que congrega as empresas contrárias à lei, têm discutido a possibilidade do blecaute em seus portais e exibam um apelo aos internautas para contatem os senadores e insistam para que o projeto não seja aprovado. Em entrevista a FoxNews, o diretor executivo da coalizão, Markham Erickson, afirmou que as empresas não gostam de colocar os usuários nessa posição, mas que as pessoas precisam entender que efeitos a lei terá sobre elas, por alterar “fundamentalmente a forma como a Internet funciona”, e saberão que as empresas estão falando sério.

A Mozilla, desenvolvedora do navegador Firefox desativou os serviços por um dia em protesto a SOPA, e a Wikimedia, que coordena a Wikipedia está próxima de fazer o mesmo. Já para Richard Bennet, pesquisador da Information Technology & Innovation Foundation, em um editorial publicado no jornal New York Post, a proposta “atinge sites estrangeiros que vendem medicamentos falsificados e filmes roubados, não os portais americanos como o YouTube ou seu blog favorito”.

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