Três baianos se destacam no cenário nacional na luta contra a corrupção
O ano de 2011 foi marcado pela luta contra a corrupção. Seguindo uma tendência mundial, diversos segmentos no Brasil começaram a levantar a bandeira por uma sociedade mais justa e uma política mais limpa e transparente. Nessa guerra santa, três baianos se destacaram no cenário nacional, dando origem a uma série de investigações e de derrubada de cargos e discussão de limites de poderes. Eliana Calmon, com sua declaração a respeito da existência de “bandidos de toga” suscitou um debate acerca dos poderios do Judiciário e das medidas corretivas que devem ser adotadas pelas corregedorias de Justiça, e toda investigação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para promover a transparência do Poder Judiciário. Ela trouxe à tona os pagamentos atípicos que uma parcela dos magistrados estariam recebendo.
Na faxina ministerial promovida pela presidente Dilma, a baiana Marília Muricy, que integra a Comissão de Ética Pública da Presidência, foi a relatora responsável por orientar e embasar as constatações técnicas de que havia irregularidades na gestão do Ministério do Trabalho, até então comandado pelo pedetista Carlos Lupi. Na época, ela afirmou que mesmo tendo sido alertado sobre as irregularidades, o então chefe da pasta de Trabalho e Emprego não tomou as medidas para evitar as irregularidades. Marília é um dos nomes mais conhecidos na luta pelos direitos humanos e é professora da Faculdade de Direito da UFBA.
O ministro de Estado Chefe da Controladoria-Geral da União Jorge Hage, que tem um extenso currículo político, iniciado como prefeito de Salvador, em 1975, tem se destacado por ter tirado da máquina pública 2.8 mil servidores inoperantes ou que tinham vínculos com denúncias de irregularidades. A gestão de Hage é responsável por impulsionar a realização da 1ª Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social, que acontecerá em maio de 2012. As informações são do Ibahia.
Na faxina ministerial promovida pela presidente Dilma, a baiana Marília Muricy, que integra a Comissão de Ética Pública da Presidência, foi a relatora responsável por orientar e embasar as constatações técnicas de que havia irregularidades na gestão do Ministério do Trabalho, até então comandado pelo pedetista Carlos Lupi. Na época, ela afirmou que mesmo tendo sido alertado sobre as irregularidades, o então chefe da pasta de Trabalho e Emprego não tomou as medidas para evitar as irregularidades. Marília é um dos nomes mais conhecidos na luta pelos direitos humanos e é professora da Faculdade de Direito da UFBA.
O ministro de Estado Chefe da Controladoria-Geral da União Jorge Hage, que tem um extenso currículo político, iniciado como prefeito de Salvador, em 1975, tem se destacado por ter tirado da máquina pública 2.8 mil servidores inoperantes ou que tinham vínculos com denúncias de irregularidades. A gestão de Hage é responsável por impulsionar a realização da 1ª Conferência Nacional sobre Transparência e Controle Social, que acontecerá em maio de 2012. As informações são do Ibahia.
