Justiça determina que representantes grevistas mantenham distancia mínima das unidades da PM
Quatro mulheres que são apontadas como lideres do movimento grevista da Polícia Militar (PM), em Rondônia, foram obrigadas pela Justiça a ficar afastada, pelo menos, 300 metros dos batalhões e unidades da polícia. A decisão do juiz de direito Sérgio William Domingues Teixeira foi tomada com base nas atitudes das representantes grevistas.
De acordo com os autos, as mulheres estão promovendo ações criminosas, como dano ao patrimônio público, e impedindo que a polícia exerça a sua atividade. O pedido de prisão temporária das mulheres foi rejeitado pelo juiz. Mas caso descumpram a determinação de manter uma distancia mínima de 300 metros, a pena poderá ser convertida em prisão preventiva. Segundo o juiz, a medida é razoável e evita o risco de novas infrações.
