Suspeitos na morte de juiz do MT são liberados pela Justiça
O pedido de liberdade do delegado afastado Márcio Pieroni e do empresário Josino Guimarães foi deferido pelo juiz da 7ª Vara Federal de Mato Grosso, Rafael Vasconcelos. O delegado afastado e o empresário são suspeitos de envolvimento no assassinato do juiz Leopoldino Marques do Amaral, em 1999. Os dois estavam presos desde o último mês de maio.
Apontado como mandante da morte do magistrado, Josino foi absolvido pelo Tribunal do Júri nesta quinta-feira (1º). Segundo o advogado de Pieroni, o delegado foi solto porque tinha sido detido para não atrapalhar a instrução do júri. Após o julgamento, não teria mais motivo para mantê-lo preso. A prisão de Pieroni havia sido decretada por suspeita de participar de um inquérito policial falso no começo deste ano para tumultuar as investigações do homicídio, chegando a pedir uma segunda exumação do corpo do juiz para beneficiar o mandante do crime.
Leopoldino Marques do Amaral foi morto com dois tiros na cabeça e teve seu corpo encontrado parcialmente carbonizado. Leopoldino foi responsável por denunciar em nível nacional um esquema de venda de sentenças envolvendo membros do Poder Judiciário do Mato Grosso.
Apontado como mandante da morte do magistrado, Josino foi absolvido pelo Tribunal do Júri nesta quinta-feira (1º). Segundo o advogado de Pieroni, o delegado foi solto porque tinha sido detido para não atrapalhar a instrução do júri. Após o julgamento, não teria mais motivo para mantê-lo preso. A prisão de Pieroni havia sido decretada por suspeita de participar de um inquérito policial falso no começo deste ano para tumultuar as investigações do homicídio, chegando a pedir uma segunda exumação do corpo do juiz para beneficiar o mandante do crime.
Leopoldino Marques do Amaral foi morto com dois tiros na cabeça e teve seu corpo encontrado parcialmente carbonizado. Leopoldino foi responsável por denunciar em nível nacional um esquema de venda de sentenças envolvendo membros do Poder Judiciário do Mato Grosso.
