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Zara se recusa a assinar Termo de Ajustamento de Conduta

A grife espanhola Zara se recusou nesta quarta-feira (30) a assinar o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho (MPT). O termo previa a regularização a cadeia produtiva da empresa, após ter sido constatado utilização de mão de obra escrava em confecções contratadas pela marca. A grife, entretanto, apresentou uma contraproposta que será analisada pelos procuradores. A contraproposta prevê medidas para combater o trabalho escravo, melhoria do sistema de auditoria na rede terceirizada e campanha para informar os proprietários das oficinas sobre os direitos trabalhistas no Brasil. Além de implementar ações de apoio aos imigrantes.

O TAC apresentado pelo MPT prevê que a marca invista R$ 20 milhões em ações de combate ao trabalho escrevo, reduza a subcontratação dentro da cadeia produtiva e se responsabilize pelas condições de trabalho nas confecções contratadas pela empresa. A proposta apresentada pela Zara, segundo o procurador Luiz Carlos Fabre, tem pontos inconciliáveis. Mas que o órgão analisará a fim de chegar a um acordo nos próximos dias, porém, não vai abrir mão que ela seja responsabilizada juridicamente, se sujeitando as multas caso descumpra as condições de trabalho das confecções terceirizadas.

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