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Acusada de ‘escravizar’ bolivianos em SP, Zara assina acordo com MPT na próxima quarta

A confecção espanhola Zara assina na próxima quarta-feira (30) um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público de Trabalho (MTP), cinco meses após ser acusada de manter trabalhadores em regime semelhante à escravidão. Em junho, o MPT e o Ministério do Trabalho descobriram 51 pessoas, entre elas 46 bolivianos, trabalhando em condições precárias em uma confecção contratada pela Zara em Americana, no interior paulista. Segundo o MPT, os bolivianos trabalhavam, em média, 14 horas por dia e recebiam o equivalente a R$ 0,20 por peça de roupa produzida. Em julho, foram encontrados 14 trabalhadores bolivianos e um peruano em situação análoga à escravidão em duas confecções terceirizadas na capital paulista. Nessas oficinas, os trabalhadores precisavam da autorização para ter o direito de ir e vir, segundo o MPT. Desde então, a promotoria e a Zara negociam a assinatura de um TAC. O acordo deveria ter sido assinado no último dia 18. Contudo, compromissos impossibilitaram a vinda da diretoria da empresa ao Brasil para participar da audiência em que o termo seria rubricado.

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