Magistrados estudam medidas de proteção à categoria na Bahia
Representantes das Associações dos Magistrados da Bahia (Amab), do Brasil (AMB) e estaduais (Anamage) se reuniram com o deputado Marcelino Galo (PT) nesta quinta-feira (17), para discutir políticas de segurança para a categoria no estado.
A deflagração do trabalho para discutir medidas de segurança para os juízes, segundo a presidente da Amab, Nartir Dantas Weber, é pioneira. De acordo com a dirigente, diversas entidades no Brasil também têm se articulado para discutir políticas concretas de segurança. “A preocupação aumentou desde a morte da juíza Patrícia Acioli, no Rio de Janeiro, no último mês de agosto, quando verificamos a necessidade de ser adotada medidas de proteção aos juízes”, explicou Natir.
Uma medida que já tem sido colocada em prática é a escolta policial e o monitoramento para os magistrados que já estão sob ameaça. Outra atitude que pode ser adotada é a blindagem dos carros, mas que depende de estudo de viabilidade e isenção de impostos sobre o serviço para que seja realizada.
O grupo composto pelos magistrados Rosalvo Augusto Vieira da Silva (AMB) e Marielza Brandão Franco (Anamages), além da própria presidente da Amab, fará um estudo de documentos e leis que foram aprovadas em outros estados para garantir a segurança da classe.
Após ser concluído, o levantamento será encaminhado para o parlamentar petista, o secretário de Segurança Pública da Bahia, Mauricio Teles Barbosa, e para o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a fim de que sejam adotados os procedimentos necessários à proteção dos juízes ameaçados na Bahia.
A deflagração do trabalho para discutir medidas de segurança para os juízes, segundo a presidente da Amab, Nartir Dantas Weber, é pioneira. De acordo com a dirigente, diversas entidades no Brasil também têm se articulado para discutir políticas concretas de segurança. “A preocupação aumentou desde a morte da juíza Patrícia Acioli, no Rio de Janeiro, no último mês de agosto, quando verificamos a necessidade de ser adotada medidas de proteção aos juízes”, explicou Natir.
Uma medida que já tem sido colocada em prática é a escolta policial e o monitoramento para os magistrados que já estão sob ameaça. Outra atitude que pode ser adotada é a blindagem dos carros, mas que depende de estudo de viabilidade e isenção de impostos sobre o serviço para que seja realizada.
O grupo composto pelos magistrados Rosalvo Augusto Vieira da Silva (AMB) e Marielza Brandão Franco (Anamages), além da própria presidente da Amab, fará um estudo de documentos e leis que foram aprovadas em outros estados para garantir a segurança da classe.
Após ser concluído, o levantamento será encaminhado para o parlamentar petista, o secretário de Segurança Pública da Bahia, Mauricio Teles Barbosa, e para o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, a fim de que sejam adotados os procedimentos necessários à proteção dos juízes ameaçados na Bahia.
